A nova BNCC foi revista por especialistas e contou
com cerca de duas mil contribuições para a revisão, passando para a aprovação do
MEC. Muitas críticas são feitas em relação
a base nacional curricular comum, como o ensino da história, filosofia, o fato
de matérias como artes estarem inseridas em outras disciplinas, como modo de
relacionar disciplinas e conteúdos, tratando assim o professor como
polivalente, o que se sabe que mesmo que o discente tenha boa vontade, passa-se de maneira superficial, diferentemente se essas
disciplinas tivessem atenção adequada e professores especializados. Outra crítica é em relação a educação bancária, modelo atrasado de educação escolar que precisa ser revisto, a fim de formar cidadãos, capazes de refletir a cerca do mundo e não apenas novos reprodutores de conteúdos.
http://movimentopelabase.org.br/
http://www.sismmac.org.br/disco/arquivos/eventos/Artigo_BNC_Tonegutti.pdf
http://www.sismmac.org.br/disco/arquivos/eventos/Artigo_BNC_Tonegutti.pdf
Stephanny Crys da Silva Teixeira - Matrícula 16112080131

Acho importante assinalar que o BNCC pretende ser a base para renovação e aprimoramento educacional, apresentando subsídios para renovação e aprimoramento da educação.
ResponderExcluirFica claro que o BNCC é uma orientação e não uma palavra final , servirá para orientar os currículos nos estado,municípios e escolas,mas ,sim ,com pretensão de que mudanças para melhor sejam produzidas na educação nacional.
Outras tentativas a esse respeito já foram feitas em diferentes momentos da nossa história por órgãos gestores da educação básica nacional,mas a partir da década de 1990, no entanto, essa definição passa a ser pensada com o objetivo de construir metas de qualidade, portanto a definição de uma base comum nacional é importante para que a escola cumpra com seu objetivo de garantir o acesso ao conhecimento produzido ao longo da história.
Bibliografia:Cláudia Maria Mendes Gontijo-Revista Brasileira de Alfabetização - ABAlf | ISSN: 2446-8576 / e-ISSN: 2446-8584Vitória, ES | v. 1 | n. 2 | p. 174-190 | jul./dez. 2015
Eliana Avila Miranda-Matri.15212080198
Está claro que com a Base Nacional Comum Curricular cada rede terá que elaborar seu currículo. E como o conteúdo da BNCC ocupará 60% dos conteúdos os outros 40% ficarão a critério das redes e das escolas. E esses 40% devem ser centrados no aluno, tendo a concepção que o currículo escolar deve ser constituído do conhecimento reconstruído pelo aluno, a partir de suas próprias referências culturais e individuais. As muitas variantes dessa vertente têm em comum a compreensão do conhecimento como emancipação. E assim a seriedade do papel da escola e do professor fica mais evidenciado, mas isto se não quiserem manter a hegemonia social em vigência na sociedade brasileira.
ResponderExcluirAndréa de Jesus Alonso - 14112080453